Na natureza é difícil esquivar, entre ordens milenares o caos nos ataca… há brechas na atenção, ainda que com atraso a beleza nos faz sofrer com aquela vontade de rever, uma coceira constante, pelas coisas que deveríamos fazer nos presentes, momentos do passado, retardos alados das nossas percepções memoriais…temporalidades instantâneas de viajantes em ascensão, em uma montanha etérea expansiva afastando o cume progressivamente, ampliando nossa condição que reluzirá internamente, por absorção dessa fonte energética direta pura ou indiretamente por consumo e ingestão, a troca nos energiza igualmente, transmitida pelos irmãos e irmãs, que como ímãs magnéticos, receberão se alternarem polaridades, esperando a sincronicidade que sempre esteve aqui em plena oscilação.

