Bartending for life
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O que era para ser um ofício se fez “o meio” para subsistência e facilitador para minhas viagens, uma regressão memorável, com uma identificação  da minha infância…um ambiente vivido familiarmente para os que foram acolhidos, do qual me parecia inimaginável os bastidores desse ambiente preparado, da origem heroica dos que servem às perturbações diária cotidianas que migram para nossos conflitos existenciais.

Algumas incitações amorosas reativas e por vezes involuntárias, me causava a sensação de uma atenção alheia as interações periféricas vista, pressões externadas gerenciais não necessitam de cargo propriamente ou contratação em um ambiente em que a expectativa de ascensão cobra por osmose, somos declarados insuficientes aos sussurros na tentativa de minar nossa moral.

E das memórias internas ativadas por esses sussurros as percepções sócio culturais vem e vão tentando se mater indiferente e despreocupadas, nos impelido ao inevitável “agora” medíocre, limitando a experiência imaginável local a uma não superação das expectativas .

O que nos mantem em uma versão das nossas cargas herdadas que é atemporal, tentando fugir dos reflexos de ações e olhares transitórios, lutando para não se deixar levar por essa força, que em nossas escolhas dos aleatórios lugares nos empurra de forma momentânea, resistir é preciso para ficar com o que nos caracteriza como indivíduos, imutável aos espectadores, mas adaptável a nosso espírito resistente e redundante, aonde apesar dos erros nos descobrimos maleáveis, mas não o suficiente…de minhas características que jamais serão indiferentes é precisa a memória, quando a aceitação da vida se faz primordial e existente em silêncio eu sinto a glória.

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