Encarando o mau encarnado
Encarando o mau encarnado

Encarando o mau encarnado

Encarando o mau encarnado

Encarando o mau encarnado

Diversidade e confrontações ao ar livre, entre drogas legais e trabalhadores irregulares que se aproveitavam das necessidades ilegais dos regulamentados cidadães, comercializada seca empacotada ou resinosas, transportadas sem pudor do mediterrâneo ao Adamastor, o imaginário batizou, feito em bolotas alegrava nortenhos, sulistas e disseminava um torpor atmosférico, há quem nem percebia, intenções coloniais de estrangeiros em praça pública, uma colheita bem bizarra de convites televisivos em séries previsíveis, encarcerando os colonizados africanos e exaltava norte americanos “Friends” produtores, gestores, não podiam ser evidenciados, falados ou ouvidos, para não se fazer inimigos era preciso passar despercebido mesmo encarando o mau encarnado, se envolver na torpitude e aceitar que nem tudo eram as flores, também eram odores, pode se dizer o “cabido” para o momento, era só de brincadeira e excitava à conhecidos locais, estar bem quando não se há escolha? amando ao menos em abrigo, dança, canta e supere… ou beba tudo que é permitido, eu só queria ver o mar e parecia que tudo nos olhares perdidos de rasos recipientes, mesmo que por segundos divididos em mil partes… marcavam os indivíduos residentes, há esperança compartilhada, mas estava só de passagem, deixava os lugares e também uns olhares, vá embora, nos veremos? só se o destino voltear…sem saber o que significava, aceitei sem pensar, toda nova aventura só fazia excitar, muitas praias, só quero me desconectar, refletir os meus deveres enquanto escuto e vejo o balanço do mar, gaivotas, pássaros e areia nos pés voar e soprar.

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